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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Foto: Meus olhos se fecham aqui e abrem num mundo de sonhos. 
Lá tudo gira de um modo sereno, quieto. 
Tudo é possível, mas ainda fico só com o que me convém. 
A terra acolhe meus pés em cada passo e lentamente o vento abraça ternura. 
As cores são melodiosas nas flores. 
O céu feito abrigo me envolve num azul infindo. 
Nada inibe os risos que perseveram. 
O coração se mantém sereno e apaixonado porque mesmo naquele lugar, 
dentro dele, ainda existe você.
É certo que me refugio por ali nos longes da realidade esmagadora, 
onde o tempo é apenas um detalhe imperceptível, onde gratidão é manancial farto.

Depois de me preencher de esperança volvo onde estou, 
porque tenho que matar, ou melhor, aprender, constantemente, 
a conviver com os leões do dia-a-dia harmoniosamente




Meus olhos se fecham aqui e abrem num mundo de sonhos.
Lá tudo gira de um modo sereno, quieto.
Tudo é possível, mas ainda fico só com o que me convém.
A terra acolhe meus pés em cada passo e lentamente o vento abraça ternura.
As cores são melodiosas nas flores.
O céu feito abrigo me envolve num azul infindo.
Nada inibe os risos que perseveram.
O coração se mantém sereno e apaixonado porque mesmo naquele lugar,
dentro dele, ainda existe você.
... É certo que me refugio por ali nos longes da realidade esmagadora,
onde o tempo é apenas um detalhe imperceptível, onde gratidão é manancial farto.

Depois de me preencher de esperança volvo onde estou,
porque tenho que matar, ou melhor, aprender, constantemente,
a conviver com os leões do dia-a-dia harmoniosamente


Foto: Caminho eternamente por essas praias, Entre a areia e espuma. A maré alta apagará minha pegadas, E o vento soprará a espuma. Porém o mar e a praia permanecerão eternamente.
 Kahlil Gibran














Caminho eternamente por essas praias, Entre a areia e espuma. A maré alta apagará minha pegadas, E o vento soprará a espuma. Porém o mar e a praia permanecerão eternamente.
Kahlil Gibran


Tu és cego e eu sou surdo mudo,
toquemo-nos com as mãos e compreendamo-nos.




Foto: Tu és cego e eu sou surdo mudo,
 toquemo-nos com as mãos e compreendamo-nos.

Coma o morango quando ele aparecer. Não deixe para depois.

Foto: Coma o morango quando ele aparecer. Não deixe para depois.
Foto: ETERNA BUSCA 
Guida Linhares
 
Somos o microcosmo
circulante neste universo
sempre em expansão.
 
Somos poeira das estrelas,
andarilhos da Via Láctea,
buscando morada no infinito.
 
Somos uma partícula dos raios do Sol,
aquecendo corações fragmentados,
espalhando versos como o vento.
 
Somos uma gotícula de chuva,
aliviando as mágoas e incertezas,
dos companheiros de jornada.
 
Somos um grão de areia,
perdido na praia dos sonhos,
entre as marés das ilusões.
 
Somos diminuta partícula do universo.
Almas em metamorfose eterna,
buscando os mistérios do próprio ser.



ETERNA BUSCA
Guida Linhares

Somos o microcosmo
circulante neste universo
sempre em expansão.

Somos poeira das estrelas,
andarilhos da Via Láctea,
... buscando morada no infinito.

Somos uma partícula dos raios do Sol,
aquecendo corações fragmentados,
espalhando versos como o vento.

Somos uma gotícula de chuva,
aliviando as mágoas e incertezas,
dos companheiros de jornada.

Somos um grão de areia,
perdido na praia dos sonhos,
entre as marés das ilusões.

Somos diminuta partícula do universo.
Almas em metamorfose eterna,
buscando os mistérios do próprio ser.

Foto: POEMA DO UNIVERSO
Maria Thereza Neves
 
rompe o embrião das estrelas
voa em plumas nas nuvens
decifra claves, notas, acordes
foge da entranha das almas
brota nas entrelinhas do universo
preenche cada espaço vazio
ligando elos, luzes e linhas
com asas livres, soltas
faz-se o poema
como uma sinfonia
que o maestro poeta 
comanda a sinfonia
a suavidade da orquestra
solta brilhos e lampejos
no meio do nada
nega o vácuo
assume ser poesia
e deixa-se jorrar
em acordes na amplidão...




POEMA DO UNIVERSO
Maria Thereza Neves

rompe o embrião das estrelas
voa em plumas nas nuvens
decifra claves, notas, acordes
foge da entranha das almas
brota nas entrelinhas do universo
preenche cada espaço vazio
... ligando elos, luzes e linhas
com asas livres, soltas
faz-se o poema
como uma sinfonia
que o maestro poeta
comanda a sinfonia
a suavidade da orquestra
solta brilhos e lampejos
no meio do nada
nega o vácuo
assume ser poesia
e deixa-se jorrar
em acordes na amplidão...